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Mantenha o status sanitário de Goiás livre de aftosa com vacinação

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A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) abrirá, nesta segunda feira-feira (1º), à 1ª etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa. A campanha vai até o dia 31 de maio e durante este período devem ser vacinados todos os animais bovinos e bubalinos existentes em propriedades rurais do Estado de Goiás.

Há 23 anos o estado não registra qualquer foco de febre aftosa e está próximo de receber o status de área livre da doença sem vacinação. No momento em todo o Brasil, o único que tem esse status é Santa Catarina. Porém, conforme trabalhos que vêm sendo realizados pela Cosalfa-Comissão Sul-Americana de Luta Contra a Febre Aftosa em parceria com governos e entidades privadas, várias áreas da América do Sul vão receber novos status.

No Brasil, a expectativa é no sentido de que muitos Estados estarão com o título de livre da aftosa sem vacinação já a partir de 2020 e Goiás deve estar incluído nessa lista. Por outro lado também devem ser vacinados contra a raiva todos os animais herbívoros, incluindo equídeos e caprídeos, de todas as idades, dos 121 municípios considerados de alto risco, cuja lista pode ser encontrada no site da Agrodefesa.
Na oportunidade da declaração de vacinação da aftosa, o produtor deve fazer a comprovação (apresentar atestado) semestral da vacinação contra brucelose do total de fêmeas de bovinos e bubalinos até 8 (oito) meses de idade, no prazo de até 31 de maio. Bovinos acima de 24 meses não precisam ser vacinados contra aftosa.
De acordo com a Gerência de Sanidade Animal da Agrodefesa, nessa etapa devem ser vacinados mais de 22 milhões de bovídeos. A Declaração de Vacinação deve ser encaminhada para a Agrodefesa até o 5º dia útil após o fim da campanha, o que pode ser feito online, no site da Agência, ou mediante formulário impresso.
O pecuarista que não imunizar seus animais, além da multa compulsória e bloqueio da propriedade, terá que fazer a vacinação assistida por fiscais da Agrodefesa. A autuação será de R$ 7.00 por animal, ou R$ 14,00 em caso de reincidência.
A aquisição das vacinas pelo produtor, obrigatoriamente, deve estar acobertada por Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), emitida no ato de retirada do medicamento.
A Portaria nº 232/2017, que regula a 1ª etapa anual de vacinação proíbe a realização de leilões virtuais ou presenciais de bovino e bubalinos no período de 29 de abril a 8 de maio, tendo em vista o período de carência da vacina.
Fica proibida no período de 30 de abril até 8 de maio, a presença de bovinos e bubalinos em feiras agropecuárias em todo o Estado. Após esse prazo, a entrada de animais nesses eventos se fará mediante comprovação de vacinação e a devida observância dos prazos de carência.
Durante o calendário oficial, o transito será proibido para entrada e saída de animais, cuja propriedade de origem e destino ainda não esteja com todo o rebanho vacinado ou declarado.

Fonte Agrodefesa

Adaptação – Imprensa Fundepec-Goiás

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